quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
sábado, 10 de maio de 2014
A discussão sobre pontos de vista em política, considerando como se faz política no país, é muito dificultada e tendente a enganos. São muitos partidos, alguns sem clareza de objetivos; outros identificáveis com legendas ultrapassadas, parte se justificando unicamente por um personagem da história; outros claramente identificados com parasitismo simbiótico ao detentor do poder; mas poucos efetivamente contribuindo para o desenvolvimento de pautas que interessem e beneficiem à maioria. E, para agravar, boa parte envolvidas em esquemas, atuando com representantes no excecutivo, visando a captação de recursos para partido ou para suas lideranças.
Os que estão no poder, praticamente descaracterizados da própria história, agora mais preocupados em não perder o posto; e este propósito impedindo que façam uma auto depuração ou que efetivamente combatam malfeitos.
Qualquer crítica que se faça parece que o mundo vai acabar (e tome discurso: a burguesia ou a mídia querendo derrubar o governo), que estão todos contra a líder, quando na realidade, continua sendo importantíssimo expressar a necessidade de melhoria. Qualquer que fosse o presidente, todos têm direito de criticar erros, exigir melhorias, mais e efetivo sistema de saúde, de segurança, educação, menos impostos.
O que porventura tenha sido bem feito no atual governo não tem por que ser descontinuado num governo liderado por outro partido; não faria sentido. É preciso manter o que se alcançou em termos de apoio social (tomando como exemplo o bolsa-família com crianças nas escolas, o financiamento para a educação superior, e outros), assim como é preciso combater desvios, desperdícios e corrupção; entre outros. E isto deveria valer também para o partido que está no poder, caso consiga a reeleição.
O desafio é enorme: simplificação da estrutura tributária, redução de impostos (elevadíssimos, inibem a geração de riquezas), combate aos desvios e à corrupção, melhoria na educação, saúde e segurança.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Bons Exemplos para os Jovens
Nós, brasileiros, temos um "herói" na literatura, caracterizado como sem nenhum caráter. Por seu perfil, parece endossar o comportamento dos corruptos que se locupletam com os recursos públicos da saúde, da educação, dos investimentos públicos, da segurança. Em suas reflexões repetia um bordão que continua atual: "Muita saúva e pouca saúde os males do Brasil são".
Os jovens precisam de exemplos bons, de homens públicos com princípios. A visita do Papa Francisco foi muito oportuna.
sábado, 14 de abril de 2012
Os anos estão passando, e nenhuma solução para simplificação das regras tributárias ou redução da carga de impostos. O país perde capacidade de competição, por falta de investimento, de recursos que são drenados por impostos taxas de serviços (alguns simplesmente surpreendentes e inexplicáveis) que, lamentavelmente, não se confirmam plenamente em bons serviços (saúde, educação, pesquisa, segurança, investimento em infraestrutura etc.). Falta nos investimentos e nos serviços, mas, lamentavelmente, vazam nos desvios diariamente noticiados.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
O que é necessário para a Justiça mandar prender políticos corruptos, envolvidos direta ou indiretamente com mensalões, sanguessugas, vampiros, caça-níquéis, fraudes em licitações?
Por que o Judiciário não trata, e com celeridade, esse tipo de crime, que lesa a sociedade como um todo?
Por que deixa a impunidade campear? E o problema continua intacto em 2020.
Por que o Judiciário não trata, e com celeridade, esse tipo de crime, que lesa a sociedade como um todo?
Por que deixa a impunidade campear? E o problema continua intacto em 2020.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Exagero nos Impostos
O que precisamos fazer para alertar ao administrador do momento de que passou dos limites no tocante a impostos.
Em lugar de cortar gastos, aplicar melhor os recursos, acabar com desvios (mensalões, vampiros e outros), vem de novo com mais covardia.
É preciso discutir a qualidade dos gastos, identificar os autores (e motivos) dos desvios, dimensionar o montante dos ralos, estancar e canalizar para o que interessa de fato.
Em lugar de cortar gastos, aplicar melhor os recursos, acabar com desvios (mensalões, vampiros e outros), vem de novo com mais covardia.
É preciso discutir a qualidade dos gastos, identificar os autores (e motivos) dos desvios, dimensionar o montante dos ralos, estancar e canalizar para o que interessa de fato.
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